Os vereadores Luciano Almeida e Luma Menezes divulgaram, na manhã desta segunda feira, 12 de janeiro de 2026, um vídeo nas redes sociais relatando dificuldades de acesso à Procuradoria Jurídica do Município de Alagoinhas. Segundo os parlamentares, a visita ocorreu após um convite feito pelo procurador jurídico Alexandre Feitosa, durante participação em um programa de rádio, para um encontro informal no local de trabalho.

De acordo com o relato, os vereadores se dirigiram até a sede da Procuradoria levando o café mencionado no convite, sob a informação de que o procurador estaria em expediente. No entanto, ao chegarem ao local, afirmam que não foram recebidos e que, após baterem à porta e tocarem a campainha, foram abordados por um funcionário que questionou a existência de ofício ou mandado para permitir o acesso ao espaço.
Luciano Almeida destacou que a Procuradoria funciona em um espaço público, ainda que alugado, o que garantiria o direito de acesso a qualquer cidadão, especialmente a vereadores no exercício do mandato e da função fiscalizadora. Segundo ele, diversas tentativas de contato com o procurador não tiveram retorno.
Ainda conforme o vídeo, os parlamentares permaneceram por mais de trinta minutos em frente ao prédio, sem que a porta fosse aberta ou houvesse qualquer posicionamento oficial. Luciano Almeida afirmou que chegou a entrar em contato telefônico com o prefeito Gustavo Carmo, informando a situação e solicitando providências. O prefeito teria dito que iria resolver o problema, porém, até o momento do registro do vídeo, nenhuma solução havia sido apresentada.
Para os vereadores, o episódio evidencia falta de transparência e gera constrangimento institucional, não apenas para os parlamentares, mas para o próprio município. Ao final do vídeo, Luciano Almeida ironizou a situação ao mencionar que o café levado para o encontro acabou esfriando, já que o procurador não compareceu nem fez contato para justificar a ausência.
Até o fechamento desta matéria, não houve manifestação oficial da Procuradoria Jurídica do Município nem do procurador Alexandre Feitosa sobre o ocorrido.




