
A SAF, que chegou cercada de promessas de investimentos, profissionalização e um novo capítulo para o Atlético de Alagoinhas, ainda não conseguiu transformar expectativa em resultados concretos. O que se vê, nos bastidores, é uma sequência de polêmicas que tem preocupado torcedores, atletas e a comunidade esportiva.
Nos últimos meses, denúncias envolvendo supostas irregularidades na gestão da SAF chegaram ao Ministério Público da Bahia, incluindo questionamentos sobre transparência e questões trabalhistas, acusações que foram negadas pelo clube.
Mais recentemente, jogadores do Atlético chegaram a se reunir em frente ao condomínio do presidente do clube para cobrar salários atrasados, situação que ganhou repercussão nas redes sociais e na imprensa esportiva baiana.
Além disso, relatos de ex-atletas, como Walter, também trouxeram à tona críticas sobre dificuldades enfrentadas durante a passagem pelo clube, aumentando o debate sobre a atual condução do projeto esportivo.
Tudo isso contrasta com o discurso apresentado quando a SAF foi anunciada, em uma operação que prometia investimentos iniciais de R$ 20 milhões, podendo chegar a R$ 60 milhões para fortalecer estrutura, elenco e categorias de base.
Enquanto as respostas não chegam, fica a pergunta que ecoa entre os torcedores: onde está o projeto que foi vendido para recolocar o Carcará entre os protagonistas do futebol baiano?
O Atlético de Alagoinhas merece mais do que promessas. Merece transparência, organização e respeito à sua história, aos seus profissionais e à sua torcida.




